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22/01/2009

Campeões no Pódio e na Vida

Alunos, pais e atletas falam sobre a importância do apoio familiar na prática esportiva


Não é nenhuma novidade falar que o Ábaco apóia a prática esportiva de seus alunos, além de dar todo o apoio para o jovem atleta que pretende se destacar dentro da modalidade em que gosta de praticar. Ainda assim, existe um fator decisivo para que o atleta desenvolva todo o seu potencial desportivo. O apoio da família é fundamental para que ele possa superar as barreiras que serão impostas durante o caminho para o sucesso.


Essa fórmula que soma talento, família e estrutura, já se demonstrou eficaz muitas vezes na história de grandes nomes do esporte brasileiro. O mesa-tenista olímpico Hugo Hoyama, de 36 anos, maior medalhista de ouro brasileiro na história do Pan-Americano, com nove medalhas, é um dos grandes exemplos. “Olhar para o passado me faz ter certeza de que sem a ajuda de meus pais seria impossível chegar aonde cheguei. Eles me deram apoio incondicional, suportaram as boas e as más fases pelas quais qualquer esportista passa”, afirma o atleta.


É com o apoio dos pais que o atleta arruma forças para resolver problemas que nem eles mesmos podem ajudar. Um dos momentos mais marcantes das Olimpíadas de Pequim, em 2008, foi o choro do judoca Eduardo Santos. Após ser desqualificado, à uma luta da disputa do bronze, ele pediu desculpas aos pais por não ter “competência” para ganhar. “Sou o sétimo melhor das Olimpíadas, isso não é pouco. Mas minha mãe e meu pai sofreram tanto para que eu chegasse tão longe, que na hora me senti na obrigação de dizer aquilo”, conta o atleta, momentos antes de acender a pira dos Jogos Internos Escolares do Ábaco de 2008.


Apoio incondicional


É seguindo essa formula de sucesso que o Ábaco busca aproximar os pais de todo o processo esportivo desenvolvido dentro da escola. A aluna Danyele dos Santos, 12 anos, 6ºB, é um dos destaques da equipe de Ginástica Rítmica do Ábaco. “Comecei no Balé aos três anos, mas quando vim para cá resolvi experimentar a GR. Fiquei uma semana na escolinha e fui chamada para treinar. Se não tivesse o apoio da minha mãe e do meu pai, seria impossível me desenvolver tanto no esporte”, afirma a menina.


O incentivo da família na busca de equilíbrio entre as práticas esportivas e culturais permite o sucesso desse trabalho. "Se os atletas não têm o apoio da família ou a estrutura pedagógica, o desenvolvimento dos alunos fica comprometido. Só um ambiente em harmonia nos leva a esse nível", afirma Daniel Brunelli, Coordenador do Núcleo de Esportes do Ábaco.

Colégrio Ábaco
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