Por Gabriela Sá Pessoa (Oficina de Jornalismo - 2°B)
Pai e filho sempre formam uma dupla imbatível. Aliando esse espírito aos recentes Jogos Pan-americanos Rio 2007, o Ábaco transformou o Dia dos Pais em uma grande brincadeira, realizando três apresentações nas quais os pais dos alunos da Educação Infantil e dos primeiros anos do Fundamental se revelaram verdadeiros tenistas, jogadores de futebol e, até mesmo, ginastas.
Ao chegar, os pais foram recepcionados no auditório pela vice-diretora, Neli Figueira, e receberam instruções para a realização da gincana. A idéia da festa Pan-Pai partiu da energia com que os pais dos atletas brasileiros vibraram por seus filhos na torcida dos Jogos Rio 2007. “Nada melhor que juntar pai e filho para participarem das brincadeiras no colégio”, diz Figueira. “Isso fortalece ainda mais os vínculos afetivos”.
Em seguida, cada equipe, diferenciada pelas viseiras amarela, verde, vermelha, preta, branca e laranja, seguiu para cumprir suas provas. Os times competiram em seis modalidades: Canoagem, Tênis, Hipismo, Pentatlo, Atletismo e Ginástica. As etapas tinham duração de cinco minutos.
Valeu até trapacear. Alguns pais carregaram o filho no colo a fim de ir mais rápido e dar tempo de vencer. Como o objetivo da gincana não era promover uma competição com regras rígidas, todos puderam se divertir em um envolvente clima de companheirismo. “Achei o máximo ver os pais ‘fora de forma’ suarem a camisa para se divertir com seus filhos”, afirma Kazuo Oshima, pai da aluna Heloísa Carvalho Oshima do Nível I D. “Além disso, ´quebrei o gelo’, ao ter contato com os colegas da minha filha e com os outros pais que não conhecia”.
Depois das atividades físicas e da correria, todos retornaram ao auditório para o encerramento da comemoração. Apesar de ser um momento muito especial para os pais, as crianças também estavam ansiosas já que haviam preparado uma apresentação na qual cantaram Viva essa Energia!, música-tema dos Jogos Rio 2007. Mesmo sentados, curtindo um merecido descanso após a gincana, os corações dos pais voltaram a ficar acelerados ao ouvirem aos filhos dizerem “Papai, eu te amo!”. Não houve pessoa no auditório que não se emocionasse durante a apresentação de slides sobre os valores transmitidos de pai para filho após o término da música. “Eu me emocionei muito, me debulhei em choro” disse o professor de Geografia Edílson Marinho ao falar sobre a sensação de ver seu filho, Pedro Marinho do 1º ano A, se apresentar.
As atividades desta manhã comemorativa foram encerradas com a entrega de mochilas e cartões personalizados pelas crianças e uma medalha simbólica colocado no peito de todos os pais. Afinal, eles serão campeões eternos para seus filhos.