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07/10/2016

Alunos do 7º ano escrevem suas próprias poesias de cordel

Além dos folhetos, alguns ilustraram os poemas

 Nossos alunos dos 7º anos, supervisionados pela professora Raquel, escreveram seus próprios poemas inspirados na famosa literatura de cordel.

Também conhecida como folheto, o gênero literário popular é frequentemente escrito de forma ritmada. Primeiro recitado e depois impressos, são tradicionais da cultura nordestina e normalmente eram expostos em varais para apreciação.

Suas ilustrações eram feitas de xilogravuras, porém os estudantes se aprofundaram no conhecimento dessa arte literária: suas características e estrutura de um poema de cordel tradicional com estrofes de seis versos e rimas entre o 2º, 4º e 6º.

Confira como ficaram alguns dos poemas escritos.

 

Vou contar para vocês

Como é o sétimo C

Nessa nossa incrível sala

Tudo pode acontecer,

Venha eu vou lhe mostrar

Vamos agora conhecer.

 

Lá tem gente barulhenta

Também tem a fofoqueira

Pois nós somos trinta e cinco

Contamos muita besteira,

E quando os gatos saem

Os ratos fazem festeira.

 

Dividi em várias classes

Classes de características

Tantas que nem sei contar

Com muitas estatísticas,

Não sei se dividi certo

Então nada de  críticas.

 

Agora apresento

Os mais inteligentes

São iguais as raposas

As mais incríveis mentes,

Marques, André, Fernando,

Ygor os sapientes.

 

Ah! Não posso esquecer

As melhores em Inglês

Luísa, Correia, Ana,

Carol, boas em Português

Nunca ficam como postes

Não ficam fazendo crochês.

 

Há também os musicais

Que na melodia entram

Como, Pietra, Marinheiro,

Gabi, Japas, Melony cantam.

E Heron, Laurem e Cabral

Por não cantarem eles tocam.

 

Rodrigo e Giovani,

Os meninos ligados

Pois são exploradores

Procurando lado a lado

Os incríveis Pokemons

Que podem ser alados.

 

Madaleine e Milena,

Gustavo e Matheus são

Amigos, Basito, Vitor,

Sarah não esqueço não,

Alguns só se divertem

E outros só zoação.

 

Rampasso, Lorena, Ovo

E claro eu Luiza,

Formamos a parte artística,

Já fizemos a Mona Lisa,

E para ser artista

Tem que ficar na brisa.

 

Vamos falar das atléticas

Romano uma corredora

Ela parece uma lebre,

Luana uma jogadora

E Laura, uma menina

Ginasta competidora.

 

Agora só faltam duas

A Julia e a Vilela.

Julia fica bonita

Com cabelo numa fivela;

A inventora Mariana

Criou um jogo só dela.                      LUIZA LORENZ CAVALCANTE – 7° C

 

 

O ladrão e o cordelista                                                                                                                                              

Vou contar uma história

Do meu amado sertão

Uma cidade bem bonita

Mais está faltando pão

Não é cidade perigosa

Tem apenas um ladrão.

 

Aquele bendito homem

Que rouba até bazar

Mais feio que barata

Que não sabe nem nadar

Já foi preso muitas vezes

Que não consegue mais contar.

 

Agora  outro assunto

Vou começar a escrever

Aquele cordel bacana

Para todo mundo ler

Ele não faz muito sucesso

Porque demora pra fazer.

 

Até que enfim chegou

Essa fama do cordel

Toda vez que vejo ele

Me lembro de um bom pastel

Mas enfim chegou o ladrão

E roubou o meu papel.

                                                                    Laura nascimento

                                                                    Caroline Vendrame  - 7° C

                          A TERRA MUSICAL

 

LÁ DE ONDE EU VIM

É UMA TERRA MUSICAL

REPLETA DE ALEGRIA

E MUITO AUTO-ASTRAL

ERA FESTA TODO DIA

TODO DIA CARNAVAL.

 

MAS QUANDO FUI EMBORA

A SAUDADE JÁ BATEU

INFELIZMENTE AOS MEUS AMIGOS

TIVE QUE DIZER ADEUS

ANTES TINHA MUITA GENTE

E AGORA SOU SÓ EU .                                  Gerson e João – 7°B

 

 

A bruxa irritante

 

Vou contar uma história

De um reino bem distante

Tinha dragões,cavaleiros

E princesas elegantes

Mas tinha uma bruxa

Que era bem irritante.

 

Enfeitiçava a  todos

Até não poder mais

A maldade era tanta

Que assustava satanás

Zoava até prefeitos

De todas as capitais.

 

Mas em um grande dia

O povo quis lhe parar

E com um grande feitiço

Ela tentou revidar

E com essa magia

Fez a todos paralisar.

 

Mas havia alguém

Que não se paralisou

Era um forte guerreiro

Que vários monstros já matou

Com sua espada

Batalhas já ganhou.

 

Não estava na cidade

Na hora do feitiço

Sua espada era feita

De ouro maciço

Ninguém imaginava

Onde daria isso.

 

Lutava como um monstro

Ninguém o enfrentava

Quando lutou com a bruxa

Ela não o matava

Magia era fraca

Ela então ficou brava.

 

Jogou-lhe uma magia,

Em sua espada bateu

Então o feitiço

Refletiu e reverteu

Quando o guerreiro foi ver

A bruxa desapareceu.

 

Para salvar a todos

Um mago ele consultou

Com um grande feitiço

Todos “desparalisou”

Ele foi o grande herói

Que a todos salvou.                      Pedro Mezadre e Henrique Kenzo – 7°B

 

O amor

 

Se ela o ama ele também

 É difícil interferir

Um amor tão forte assim

Sempre pode ir e vir

Nunca vai se separar

Nunca pode desistir.

 

Pode ser imaginação

Ou realidade na paixão

O coração que bate forte

Com certeza é paixão

O amor é sem  idade

E só vale o coração .

 

Um mundo é bem melhor

Se tiver paz e amor

A guerra triste e fria

Normalmente de terror

É melhor viver em paz

O amor tem mais calor.     Isabelle de Souza  e Julia Ingrid   -  7°C

 

Cordel do Funk

 

    Vou contar sobre o funk

     Ele é muito viciante

     Toda vez que eu escuto

     Acho muito fascinante

     Partiu baile de favela

     Uma doidera de instante.

 

     Quando toca, elas rebolam

     Sem idade, sem patrão

     E depois da meia-noite

     Todo mundo até o chão

     Toda noite tem saideira

     Sempre tem continuação.

 

     Vou contar sobre o funk

     Tirou criança da rua

     Como coração de mãe

     Sempre caberá mais uma

     Tem gente que discrimina

     Já que o funk é cultura.

 

     Para fazer o funk

     É só fazer assim

     Você tem uma ideia

     E a outra vem ´´facim``

     A letra se completa

    Sem precisar de fim.

 

    Muita gente por aí

    Tem conceito muito errado

    De que o funk pesado

    É coisa de favelado

    Mas o funk pra mim

    É um assunto já selado.                 Aline Julio – 7° A

 

 

A melhor escola

 

Vou contar uma história

Que aconteceu comigo

Lá na minha escola

Eu tinha vários amigos

Que contavam os segredos

Só não contavam contigo.

 

Certo dia na escola

Tava eu e meus amigos

Jogando um futebol

E um foi atrevido

Sem eu mesmo perceber

Chutou o meu ouvido.

 

Fiquei muito chateado

Mas éramos meninos

Quis sorrir, mas eu chorei

Então ouvi o sino

E fui pra uma sala

Ter aula com o Sr.Firmino.  

 

                                            André Coelho Diório, Rodrigo Filetto, Vitor Bende Carraro - 7ºC

 

 

Amizade

 

 

Quando eu mudei de escola

Criei novas amizades

Conheci uma pessoa

Minha amiga de verdade

O ciúme era pouco

Tinha muita liberdade.

 

Mas então um certo dia

Descobri que essa amiga

Não passava de uma tola

Muito chata e atrevida

E então bateu saudade

De uma velha conhecida.

 

Eu então liguei pra ela

Pedi um conselho amigo

O que fazer com pessoas

Que não querem 'star comigo

Ela disse então sincera

Fique somente consigo.

 

Amizades de verdade

Não são fáceis de se achar

É como uma agulha

No palheiro procurar

Mas depois de muito tempo

Sei que eu vou encontrar.              Carolina Degasperi G. Cardoso

 

 

De repente amor

 

Não conheci o amor,

Só conheci a bondade

Então vamos escrever

Uma história de verdade

Da dona Fernandinha 

Cheia de fidelidade.

 

Ela era uma garota 

Quando isso aconteceu

O seu verdadeiro amor

Finalmente apareceu

E sua felicidade

Simplesmente cresceu.

 

Ele era maconheiro

Não olhava para trás

Ouvia Costa Gold

E também Haikaiss

E com o seu amor

Já não se importava mais.                  Giovanna Basito

 

Poxa Sala!

 

Quando vi aquela sala

O barulho era demais

A fofoca não parava

Eu não aguento mais

E aquelas falsianes

De todos falam por trás.

 

Tem a Hana e a Gabi

Elas são inteligentes

Na hora de estudar

Sempre ajudam a gente

Quando tiram nota dez

Sempre ficam bem contentes.

 

Tem a Aline e a Michelle

Elas são muito legais

Aconteceu uma briga

E se tornaram rivais

E a partir de agora

Elas não se falam mais.

 

Também tem a Luana

Que canta muito bem

Quando solta a voz

Dança como ninguém

Quando chama a Giovanna

O Murilo também vem.

 

Mas eu amo essa sala

São todos extrovertidos

Mesmo fazendo barulho

São muito divertidos

Com a tolerância zero

Ficam bem comportadinhos.

 

Depois de alguns dias

Começaram a se falar

Tanto que uma amizade

 Passou a se tornar

E ele o seu amor 

Passou a valorizar.        Isabella e Adriana – 7°A

 

Sertão ou cidade

 

Noite dia noite dia

Minha vida no sertão

Nunca paro de trabalhar

Minha vida é um cão

Não descanso um minuto

Quis ir pra cidade então.

 

 

 

Pensei que fosse melhor

Na cidade, mas errei

E só de pensar no meu lar

Com muita raiva já fiquei

Quis voltar pro meu lar

Lá onde sempre morei.

 

Quando cheguei em casa

Vi todos que conhecia

Minha mãe, o meu irmão

O meu tio, a minha tia

Finalmente percebi

Que a cidade não queria.                  Matheus e Gustavo Burato – 7°A

 

O grande cavaleiro

 

 Um grande cavaleiro  

 Foi para uma aventura

 Durante o seu caminho

 Escolheu sua armadura

 Montado em seu cavalo

 Travou uma batalha dura.

 

 Já dentro de um castelo

Um rei o avistou

 Ficou muito impressionado

 Pois a batalha conquistou

 Em como um grande prêmio

 Deu-lhe um grande amor.

 

 Seu nome era Luíza

Era linda como flor

Com certeza o cavaleiro

Já tinha seu grande amor

Um dia tiveram um filho

O seu nome era Heitor.              Henrique Alves Giljum

 

 

 

O migrante do nordeste

 

Vou falar para você

Certo caso de intriga

Como eu fui para cidade

E larguei a minha vida

Trabalhava no sertão

Pra encher minha barriga.

 

Decidi ir pra cidade

Para ganhar mais dinheiro

Mas quando eu fui para lá

Eu entrei em desespero

Que lugar mais bagunçado!

Me deixou muito surpreso.

 

A procura de trabalho

Como um louco eu andei

Procurei o dia inteiro

Só que nada encontrei

Um trabalho de engraxate

Foi tudo o que eu achei.

 

Que saudade do nordeste

Que saudade do sertão

Terra quente como fogo

Arde no meu coração

Agora estou na cidade

Sem nenhum tostão na mão.

 

E essa foi a minha história

Que queria lhe contar

De como de tão longe

Na cidade fui parar

Mas agora retornei

Posso voltar a meu lar.       Ygor F. Silva e Gabriel Rampasso Teixeira – 7°C

 

Redes Sociais

 

Vou falar sobre um assunto

Que são redes sociais

Todo mundo está usando,

Até nas grandes capitais

Mas também tem um problema

Cyberbullyng é demais

 

Vou falar sobre uma rede

Ela é muito famosa

Esse é o Facebook

Do qual todo mundo gosta

Ela é mesmo usada

Até minha avó adora

 

Também tem uma rede

que se chama Snapchat

É tão fácil de usar

Quanto mascar um chiclete

Dez segundos para gravar

E postar na internet

 

Tem também o Instagram

Todo mundo acha legal

Todos já estão usando

O criador é genial

App de fotos e vídeos

Por isso ele é mundial             José Reginaldo de Lima Junior e Felipe Grande Correa – 7°A

       

 

 

O Viajante

 

Viajante Paulistano

Cria ideias como louco

Sua história é brasileira

Viajava, sorria pouco

Por todo mundo já passou

Falava isso o tempo todo.

 

No Nordeste visitou

Alagoas e Ceará

No Sul ele completou

Sua rota no Paraná

Em São Paulo foi à praia

Mergulhar no Guarujá.

 

O Brasil ele conheceu

Viu paisagens diferentes

Isso são recordações

Nada muito atraentes

Sua história acabou

Tchau, tchau minha gente!            Julia Soares, Danielle Carolina, Luize Pinheiro – 7°D

 

YOUTUBERS

 

Todo dia, toda hora

Já começam a trabalhar

E ajustando a câmera

Já começam a gravar

E depois de pouco tempo

O vídeo já podem editar.

 

Para ser um youtuber

Tem que falar a verdade

E sempre tem que ter        

Muita criatividade

E para postar os vídeos

A responsabilidade.

 

Vão aí uns youtubers:

E o Luba e o Teddy

Mais que casal perfeito

Quem aí não shippa Leddy?

Quem não assiste youtube

Sempre vai ficar na bad.

 

E pra vocês outro casal

A Malena e o Spok

Mas que casal dos games

Quem não shippa Malepok?

E já vão buscar um jogo

No seu grande estoque!                Leticia Pinheiro Dias e Lorena Dos Santos Silva – 7° A

 

REDES SOCIAIS

 

Hoje vim falar um pouco

Sobre jovens viciados.

Não largam o celular

Ficam sempre conectados

Essas redes sociais

Deixam-nos atrapalhados.

 

Primeiro foi o Orkut

WhatsApp e Facebook

Hoje todos são assim

Só ficam no Notebook

Nem conversar, conversam mais

Já se esqueceram do “book”.

 

Com essa evolução

Nunca mais vai acabar

Esse vício que domina

Teremos que aguentar

Esses jovens padecendo

Como afogados no mar.

 

E foi isso meu amigo

O que eu vim para dizer

É melhor largar um pouco

S não vai enlouquecer

Essa vida de hoje em dia

Ninguém mais vai esquecer.       Caroline da Silva Ferreira e Juliane Portela - 7ºE

 

 

 O romance nordestino
 

Numa região distante
Bem lá no Nordeste
Havia uma linda moça
​Cujo nome era Ivete
Ela era trabalhadora
​Trabalhava na lanchonete.
 

Ivete tinha um amor
Gil era seu nome
​Era educado, alegre
Ele era um bom homem

Gostava de comer
Vivia sempre com fome
Até que um belo dia
Resolveram se amar
Passavam o tempo juntos
Até o dia acabar.


​Se amariam para sempre
​E nunca iriam parar
Ivete era uma rosa
​Gil era um beija-flor
Eram um belo casal
​Viviam um amor
​Quando se separavam
​Sentiam muita dor.        ​Victor Henrique Reis e Pedro Paulo – 7° B

 

 

CORDEL

 

Conheci uma menina

Sem muita esperança

Pois o seu amor

Já estava de mudança

Pior que eram amigos

Desde que ela era criança.


Foi aí que resolveu 

Procurar uma vidente

Perguntar de seu amor

Pois estava impaciente

Seu amor, já muito longe

Muita saudade sente.


A vidente avisou

Que não havia mais jeito;

Deveria procurar

Algum outro sujeito

Que a fizesse feliz

Com muito amor no peito.

 

Depois de muitos anos 

Embarcou num avião

A surpresa foi tão grande 

Encontrou a velha paixão

Ficou feliz como criança

Até desmaiou no chão!

 

Naquele mesmo momento

Foi que ela percebeu 

Aquele dia com a vidente

Para ela, nada valeu!

Respirou fundo e disse:

Quem escolhe meu futuro sou eu!          Maria Clara Silva Habib – 7°E

 

 

Aviador

 

Eu tenho um amigo

Chamado Seu João

Ele é muito fiel

Mas bravo como leão

Sua paixão sempre foi

Dummont, o pai do avião.

 

Quando ele era criança,

Só pensava em voar

Olhava para cima

E cobiçava o ar

Mas ele não tinha

Avião para voar.

 

As máquinas modernas,

Adoraria uma ter

Voar muito alto

Recordes para bater

Hoje ele finalmente

Um piloto já vai ser.         Gabriel Zentner e Vitor Félix Savassa - 7ºE

 

Um Mundo Perfeito

 

Você pode até achar

Que o meu cordel vai ser chato

Você vai se arrepender

Ao praticar esse ato

O cordel vai começar

Preste atenção, não seja ingrato.

 

Imagina um mundo

Feito de Nutella

Com muitos unicórnios

E também muita Fruittella

O mundo seria bom

Como brigadeiro de panela.

 

Você pode até achar

Que isso é muita obesidade

Você não pode achar nada

Porque não tem autoridade

Imagina só um mundo

Em que se tenha liberdade.

 

Imagina esse mundo

Sua casa é feita de doce

Seria muito legal

Imagina se assim fosse

Gostou do meu cordel?

Foi por isso que eu o trouxe.       Caroline Vizentainer – 7° G

 

 

 

O menino viciado

 

Vou contar uma história                                                                                                

De um menino viciado                                                                                             

Não saia da TV                                                                                                

Parecia amarrado

Sua mãe só reclamava

Que estava enfurnado.

 

O celular não largava                                                                                                   

Com os outros não brincava                                                                    

Esquecia os amigos                                                                                                 

Porque em casa ele ficava                                                                                      

Como um urso polar                                                                                                          

Parece que hibernava.

 

De segunda até sexta                                                                                               

No computador ficava                                                                                              

Não lembrava nem da vida                                                                                    

Com sua mãe não falava                                                                                     

Não lembrava de comer                                                                                         

Com fome ele ficava.

 

Perdeu todos os amigos                                                                                            

 E ganhou a solidão                                                                                                   

Viu que estava tão sozinho                                                                                        

Perdeu a sua emoção                                                                                    

Não queria mais viver                                                                                                 

E entrou em depressão.     Fernando e Giovani – 7° C

 

 

O Cordel

 

Então hoje eu farei

O meu primeiro cordel

E eu nunca pensei

Que seria nesse papel

É que eu sempre achei

Que estaria num painel.

 

E aqui com meus amigos

Cheios de inspiração

Criando belas rimas

Direto do coração

Podíamos fazer mais

Mas por fim aqui estão.

 

E agora eu voltei

Para de novo alegrar

Gosto muito do cordel

Pois eu amo cantar

E o fim é verdadeiro

Conseguimos arrasar.   Bruno André, Chrystopher  M. e  Matheus G – 7ºF

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